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Janeiro Branco: qual a relação do mês com a saúde mental

Desde 2014 o mês é marcado por campanhas de conscientização sobre o tema.

Por Letícia Furlan
10 jan 2026, 14h00 •
Foto de Homem colocando fita branca em sua camisa. representa um programa de prevenção à saúde mental. Janeiro Branco.
 (Leonidas Santana/Getty Images)
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  • Em 2019, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), quase 1 bilhão de pessoas conviviam com algum transtorno mental no mundo. Em uma revisão realizada em 2022, a organização descobriu que, apenas no primeiro ano da pandemia, a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25%.

    Mesmo passada a crise, o tema é cada vez mais discutido. “As pessoas acordaram para o fato de que sem saúde todas as demais áreas da nossa vida podem ser prejudicadas”, afirma Fábio Camilo, líder de psicologia da Vittude, plataforma de terapia online. “E muitas empresas entenderam que quem traz resultados são pessoas e que se estas não estiverem bem, não há produtividade, e sim custos, sejam eles financeiros ou humanos.” 

    Segundo relatório do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o adoecimento mental foi um dos principais motivos de afastamento do trabalho já em 2011. E 2014 foi quando janeiro passou a simbolizar a conscientização sobre o tema, sendo batizado de Janeiro Branco.

    Mundo corporativo

    O branco simboliza uma folha em que se projetam mudanças e planos. E janeiro foi o mês escolhido por ser o primeiro do ano. “Essa junção indica uma possibilidade de reflexões e recomeços”, diz Fábio.

    Além do Janeiro Branco, existe também o Setembro Amarelo, outro mês de conscientização sobre saúde mental. “É um alerta sobre a necessidade de falarmos sobre o suicídio e promover conhecimento que possa levar as pessoas a entender melhor como pedir ajuda ou oferecê-la”, afirma Fábio. “Ambas as campanhas lidam com o tabu inerente à saúde mental e são de extrema importância, especialmente em um mundo ainda em sofrimento pelas consequências da pandemia.”

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    É nas empresas que as pessoas passam a maior parte do tempo. E cada vez mais profissionais buscam por um modelo de trabalho que não ocupe a área central de sua vida. “A companhia que não investir no bem-estar do capital humano vai acabar se tornando um local no qual as pessoas não pretendem estar”, afirma Fábio. 

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