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53% dos RHs já contrataram startups: as de recrutamento são as mais usadas

Pesquisa da Think Work Lab mostra que a área de gestão de pessoas está contratando startups e que essas empresas podem ajudar a tornar o RH estratégico

Por Elisa Tozzi
12 Maio 2021, 09h00 • Atualizado em 23 out 2024, 13h37
Imagem mostra uma mesa de reunião vista de cima com pessoas trabalhando. Duas delas apertam as mãos.
 (Pexels / Fauxels/Divulgação)
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  • As startups já estão no radar das empresas há algum tempo. Um levantamento do Inside Venture Capital Brasil, feito pela plataforma de inovação Distrito, revelou que 58% das compras de startups no primeiro semestre de 2020 foram realizadas por grandes organizações. A tendência de adquirir startups – ou seus serviços – está relacionada a procura por inovação, por soluções criativas e por agilidade nos processos.

    Todas essas são questões importantes para o RH. Talvez por isso, a área de gestão de pessoas está contratando serviços das startups. É o que releva uma pesquisa feita pela Think Work Lab, startup de conhecimento sobre gestão de pessoas que tem o objetivo de empoderar o RH, realizada em parceria com a Appus, que desenvolve sistemas de gestão. Segundo o estudo – o primeiro sobre o tema e divulgado com exclusividade por VOCÊ RH -, 53% dos líderes de pessoas já adquiriram serviços de startups.

    imagem mostra um gráfico
    (Think Work Lab/VOCÊ RH)

    Menos custo, mais estratégia

    Mais de 85% dos entrevistados afirmam que o projeto foi feito dentro do prazo e do orçamento programados, e 84% dizem que a equipe da startup estava bem preparada para atender a empresa. “Esse dado chama a atenção. Além disso, 6% dos respondentes afirmam que a conta ficou abaixo do esperado. Em geral, os projetos, de qualquer natureza, atrasam e estouram o orçamento”, explica Tatiana Sendin, fundadora da Think Work Lab.

    Outro ponto importante é que, segundo a pesquisa, as startups estão ajudando o RH a se tornar mais estratégico – um desafio antigo do departamento. “Um quarto dos executivos afirma que o RH tem mais indicadores para apresentar para a liderança, algo que pode mudar a reputação do setor dentro das empresas, já que uma das maiores queixas contra a área é não ter número para comprovar a necessidade das políticas e práticas de gestão de pessoas”, diz Tatiana.

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    Imagem mostra um gráfico
    (Think Work Lab/VOCÊ RH)

     

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